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respeitado o tempo de cada um
todos os objetos são líquidos
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domingo, 6 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
caeiro, drummond, vinho e sonhos
na madrugada fria eu morro na cauinagem
que me desperta
o amor antigo nada espera
vive de si mesmo
pode sacudir-se feito mundo borgiano: só de memorar
VIVE
o sonho aquece e é justo.
nada significa, além. é justo.
parece demais pensar, mas toca.
contra um destino vão ergue a pretensa
vontade de existir
porque esperar não posso mais
e me mexo remexendo.
esse sonho, como outro e outro
é um carinho só. que não deve.
---
a vontade é de viver muito!
que me desperta
o amor antigo nada espera
vive de si mesmo
pode sacudir-se feito mundo borgiano: só de memorar
VIVE
o sonho aquece e é justo.
nada significa, além. é justo.
parece demais pensar, mas toca.
contra um destino vão ergue a pretensa
vontade de existir
porque esperar não posso mais
e me mexo remexendo.
esse sonho, como outro e outro
é um carinho só. que não deve.
---
a vontade é de viver muito!
terça-feira, 25 de agosto de 2009
enquanto isso em meca, niterói...
o que é que eu vou fazer com essa tal liberdade...
commpanheeeiro, descçe oouutra itaipáva! :)
ele dançava agarradinho. delicado, sabia a doçura das mãos no rosto da parceira.
pra onde quer que eu olhe eu penso em você...
o pulso firme e um giro completo, o braço direito o retém ao corpo da musa ao centro. ao findar o giro, nosso passista em um lento movimento inclina-se diagonalmente até quase o chão. sorri aos aplausos dos que também amam.
meu coração não sabe como te esquecer...
envolveu-a em seu corpo elegantemente, reaproximando-se, tocando-a com seu próprio peito. brincou palavras e sensações ao pé do ouvido. cheirando-a, chamou pelo nome de maria. carinhoso, dizia para ela voltar com ele.
troquei quem mais amava por uma ilusão...
ele bem queria poder levá-la para casa. mas ainda outra vez, não. o poste não poderia acompanhá-lo.
não é assim que acaba uma grande paixão...
domingo, 7 de junho de 2009
quem tem amor vai a roma
e o outro lado da baía ainda é o outro lado da baía.
saudade é mesmo pra quem envelhece?
violência hoje: um time inteiro no chão. tolas canelas, todas elas e um pé de cabra.
todos são outros e em mim, e só assim, há um que me diz.
começa algo. uns contra uns. faço parte de um indústria de armas e não fico a espera de uma lógica identitária para entrar em campo. outros contra outros.
o caldeirão se agita em cores.
somos, fomos, seremos, feito um deus judaico-cristão. porque tudo o é ao mesmo tempo agora. não tememos o um em múltiplas partes que diversificam-se em fractais de consciência. perspectivas. um contraste dialético: a agitação de partículas internas que transformam. não se afobe, isso é um princípio.
a árvore cresce em simetria invisível
NÃO COMA A TERRA.
há divesidade sim
adversidade não
sentipensação
o livro o livro o livro
o índio o índio o índio
o ódio o ódio
cegamos
sigamos
ciganos
saudade é mesmo pra quem envelhece?
violência hoje: um time inteiro no chão. tolas canelas, todas elas e um pé de cabra.
todos são outros e em mim, e só assim, há um que me diz.
começa algo. uns contra uns. faço parte de um indústria de armas e não fico a espera de uma lógica identitária para entrar em campo. outros contra outros.
o caldeirão se agita em cores.
somos, fomos, seremos, feito um deus judaico-cristão. porque tudo o é ao mesmo tempo agora. não tememos o um em múltiplas partes que diversificam-se em fractais de consciência. perspectivas. um contraste dialético: a agitação de partículas internas que transformam. não se afobe, isso é um princípio.
a árvore cresce em simetria invisível
NÃO COMA A TERRA.
há divesidade sim
adversidade não
sentipensação
o livro o livro o livro
o índio o índio o índio
o ódio o ódio
cegamos
sigamos
ciganos
quinta-feira, 4 de junho de 2009
quem tem amor vai a roma
e o outro lado da baía ainda é o outro lado da baía.
saudade é mesmo pra quem envelhece?
violência hoje: um time inteiro no chão. tolas canelas, todas elas. pé de cabra.
todos são outros e em mim, e só assim, há um que me diz.
começa algo. uns contra uns. faço parte de um indústria de armas e não fico a espera de uma lógica identitária. outros contra outros.
o caldeirão se agita em cores.
somos, fomos, seremos, feito um deus judaico-cristão. porque tudo o é ao mesmo tempo agora. não tememos o um em múltiplas partes que diversificam-se em fractais de consciência. perspectivas. um contraste dialético: a agitação de partículas internas que transformam. não se afobe, isso é um princípio.
a árvore cresce em simetria invisível, não coma a terra.
há divesidade sim
adversidade não
sentipensação
o livro o livro o livro
o índio o índio o índio
o ódio o ódio
cegamos
sigamos
ciganos
saudade é mesmo pra quem envelhece?
violência hoje: um time inteiro no chão. tolas canelas, todas elas. pé de cabra.
todos são outros e em mim, e só assim, há um que me diz.
começa algo. uns contra uns. faço parte de um indústria de armas e não fico a espera de uma lógica identitária. outros contra outros.
o caldeirão se agita em cores.
somos, fomos, seremos, feito um deus judaico-cristão. porque tudo o é ao mesmo tempo agora. não tememos o um em múltiplas partes que diversificam-se em fractais de consciência. perspectivas. um contraste dialético: a agitação de partículas internas que transformam. não se afobe, isso é um princípio.
a árvore cresce em simetria invisível, não coma a terra.
há divesidade sim
adversidade não
sentipensação
o livro o livro o livro
o índio o índio o índio
o ódio o ódio
cegamos
sigamos
ciganos
quarta-feira, 15 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
exercícios
2

Eu vi um menino correndo.
Eu o vi em meio a objetos,
um menino e seus objetos,
um abstrato num palco concreto.
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E também vi o excesso comendo
as casas do meu bairro e em pouco
tempo erigindo um antigo progresso
de prédios mais altos de novo.


Mas ainda vi o mato imenso abrindo
caminhos após nosso efêmero rito.
Tomando espaços completos e mais:
curtindo as absurdas flores austrais.
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